Mais de 120 economistas e mais de 60 organizações da sociedade civil se unem para colocar as condições concretas de vida da população no centro do debate sobre os rumos do Brasil. A Vida em Conta apresenta cinco diretrizes para consolidar os avanços recentes, evitar retrocessos e orientar um novo ciclo de desenvolvimento justo, sustentável e soberano.
Aspessoasnocentro
Não se trata de começar do zero.
Trata-se de partir dos avanços
já alcançados, enfrentar problemas
estruturais ainda não resolvidos
e evitar retrocessos, colocando
as pessoas no centro
do desenvolvimento econômico.
A vidaentrana conta
Levar a vida em conta é transformar as capacidades e riquezas do país em bem-estar, oportunidades e uma vida digna para todos.
A economia está presente nas condições concretas do dia a dia: no preço dos alimentos e do aluguel, no salário, no trabalho, no transporte, no cuidado, nos serviços públicos, nas oportunidades e no tempo disponível.
- Quanto custa viver?
- Quanto tempo sobra para viver?
- Que futuro estamos construindo?
- O tempo entra na conta.
- O cuidado entra na conta.
- O trabalho digno entra na conta.
- A moradia entra na conta.
- O transporte entra na conta.
- O futuro entra na conta.
A vida entra
na conta.

Leve
a vida
em conta.
As cinco diretrizes da Vida em Conta propõem caminhos para reduzir as desigualdades, melhorar as condições de vida, fortalecer a soberania brasileira e preparar o país para os desafios econômicos, sociais, tecnológicos e ambientais dos próximos anos.
Cinco diretrizes para o próximo ciclo de desenvolvimento
1. Reduzir as desigualdades
Colocar as desigualdades de renda, riqueza, gênero, raça e território no centro das decisões públicas.
2. Reduzir o custo de vida e ampliar o tempo e as condições para uma vida digna
Fazer com que moradia, mobilidade e cuidado pesem menos no bolso e no tempo das famílias.
3. Fortalecer a soberania tecnológica e colocar a inovação a serviço do desenvolvimento sustentável
Desenvolver tecnologias e cadeias produtivas nacionais, aproveitar de forma sustentável as riquezas do país e reduzir dependências externas.
4. Acelerar a diversificação produtiva para gerar empregos de qualidade
Criar mais empregos compatíveis com a formação e as capacidades dos trabalhadores brasileiros.
5. Reorientar a tributação e o orçamento público para o bem-estar e o desenvolvimento sustentável
Tornar a tributação mais progressiva e direcionar os recursos públicos para prioridades sociais, produtivas e ambientais.
- Leia as
diretrizes
completas
Sobre a Vida em Conta: uma articulação para construir caminhos concretos
Economistas.
e organizações
Articulada pela Plataforma CIPÓ e pelo Transforma, a Vida em Conta reúne economistas e organizações de diferentes áreas de atuação em torno de prioridades comuns para o desenvolvimento do país.





















organizações da sociedade civil









































economistas subscrevem as diretrizes
Projeções em seis capitais
Clipping
A Vida em Conta na imprensa.
Coluna Miriam LeitãoCoalizão, com mais cem economistas e 60 organizações civis, propõe diretrizes para o desenvolvimento justo e sustentável do país
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Coluna Mônica BergamoMais de 100 economistas defendem redução da desigualdade como prioridade para o próximo governo
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Coloque a vida no centro do desenvolvimento do país
As Diretrizes para um Projeto de País Justo, Sustentável e Soberano permanecem abertas à adesão. Organizações, economistas, pesquisadores, movimentos e lideranças estão se mobilizando para ampliar a presença dessas prioridades no debate público e contribuir para que elas se transformem em políticas públicas concretas.
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